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quarta-feira, 23 de abril de 2014

SEJAI FIRMES NA FE SUPORTANDO TODA A PRESEGUIÇÃO POIS TUDO ESTA NOS PLANOS DE DEUS

Uma jovem é presa e seis mulheres se convertem na Tanzânia

A incrível força e paixão de Rhoda* têm crescido com sua luta pela sobrevivência. Rejeitada pelos pais muçulmanos, ela foi recolhida pela esposa de um pastor e converteu-se ao cristianismo quando tinha 14 anos. Depois de ser forçada por uma multidão de vizinhos islâmicos a urinar sobre o Alcorão, ela foi sentenciada a dois anos de prisão com somente 18 anos
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Deus usou o tempo de Rhoda na prisão para atrair muitos para seu reino. Ela foi solta após um ano em uma apelação quando a Portas Abertas a ajudou com os honorários de seus advogados e ela teve seu registro limpo. Colaboradores da Portas Abertas a visitaram em sua casa, na costa da Tanzânia, para ouvir seu testemunho.
“Um pouco antes de ocorrer o incidente”, lembra Rhoda, “eu sonhei que estava afundando em um buraco, mas eu tinha uma Bíblia em minha mão que eu segurava acima da cova e estava pregando o Evangelho apesar daquela situação. O interessante é que quando eu estava presa, a Bíblia que a Portas Abertas me trouxe fez com que todos os guardas me chamassem de pastora!”
Deus usou as “fracas palavras” de Rhoda e seis mulheres entregaram sua vida a Cristo antes dela ser libertada. “Eu aprendi que nada do que acontece a um cristão, por mais doloroso que seja, nunca é desperdiçado. Todas as experiências nos trazem bênçãos. Eu pensei mais tarde que talvez tivesse sido presa por causa daquelas seis  mulheres. É claro que a conversão delas fez a dor valer a pena.”
Tudo começou em 5 de janeiro de 2012. Rhoda estava em casa com uma amiga lendo a Bíblia quando uma vizinha muçulmana veio e olhando a Bíblia, perguntou a ela: “Jesus é Deus?” Tanto Rhoda quanto sua amiga responderam: “Sim, ele é.” A vizinha iniciou uma discussão, insistindo que Jesus não é Deus, até que outros se juntaram por causa da altura de sua vozes.
“As mulheres em seguida insistiram que eu deveria jogar o Alcorão no chão se eu achasse que Jesus era Deus, dizendo que eu iria enlouquecer ou me transformar em um animal selvagem se eu fizesse isso”, ela relata.
A multidão continuou crescendo, a maioria mulheres. Rhoda foi para dentro e trancou as portas. Elas começaram a bater nas portas e janelas gritando: “Abra e urine no Alcorão ou nós iremos espancar você!”
Sem defesa, Rhoda se ajoelhou para orar. “Senhor”, ela disse, “o Senhor sabe que eu não quero fazer isso, mas elas estão me forçando. Então, por favor, dê-me forças e use tudo isso para provar que és Deus”.
Ela então abriu a porta, pegou o Alcorão das mulheres e foi até o banheiro. Urinou sobre ele e trouxe de volta a elas. Elas se recusaram a pegar dizendo “fique com seu Alcorão contaminado”, e elas o jogaram no vaso sanitário.
A multidão se dispersou e Rhoda se encaminhou para o culto de louvor do meio da semana. No caminho de volta para casa ela sentiu uma estranha urgência para tomar um caminho diferente. “Era direcionamento de Deus”, ela disse, “porque muçulmanos armados com machados, espadas e facas estavam esperando por mim naquela rota.”
“Deus literalmente cobriu seus olhos porque eu passei no meio deles, mas por uma direção diferente, e eles não concordaram se realmente era eu ou não. Curiosamente, eu não tive medo e estava quase confirmando que era eu, mas minha boca se recusou a funcionar! Eu acredito agora que Deus fechou meus lábios para salvar minha vida.”
Com toda a cidade procurando por ela, alguns irmãos da igreja a escoltaram até a delegacia de polícia. A multidão a encontrou lá e admitiu abertamente: “Nós não sabíamos que era você passando na estrada antes, você tem muita sorte de ter chegado aqui com segurança! Nós teríamos matado você lá.”
O incidente deflagrou tumultos e duas igrejas foram incendiadas na cidade. Os muçulmanos ameaçaram invadir a delegacia de polícia, mas foram dispersados e Rhoda foi posta em prisão preventiva. Ela se declarou culpada e foi sentenciada a dois anos de prisão.
Ela relembra o grande suporte que recebeu da Portas Abertas enquanto prisioneira. “A visita encorajou grandemente meu coração e eu sabia que Deus não havia me esquecido.”
“Na prisão eu tive um sonho em que o Senhor me disse, ‘Não tenha medo Rhoda.’ Ele então me instruiu a abrir em Apocalipse 3.8 - ‘Eu conheço suas obras. Eis que coloquei diante de você uma porta aberta que ninguém pode fechar. Sei que você tem pouca força, mas guardou minha palavra e não negou meu nome.”’ Ela viu que este era um sinal de que ela logo seria liberta.
“Eu não chorei, mesmo quando estive em perigo, quando fui presa, e nem durante a audiência e mesmo durante a prisão. Mas, no dia que eu caminhei como uma mulher livre, eu chorei! Eu estava tão alegre que somente lágrimas poderiam expressar minha gratidão ao ver como Deus havia lutado por mim.”
Deus protegeu e honrou Rhoda pelo seu tempo na prisão com carcereiros e detentos se referindo a ela como “pastora”. “Eu só encontrei bondade em cada turno”, ela recorda, “elas também constantemente insistiam para que eu não dormisse até eu ensinar a elas sobre a Bíblia.” Ela conseguiu grande força por meio da Bíblia, particularmente com as histórias de sofrimento e aprisionamento de Paulo e Silas por sua fé.
Felizmente, o caso de Rhoda foi esquecido pelos muçulmanos em sua cidade, e livre de mais perseguições, ela olha para o futuro. Corajosa, humilde e firmada na fé, ela agora anseia por utilizar seus dons espirituais de oração e ensino, esperando se juntar ao ministério da Escola Dominical de sua igreja e prosseguir com a educação superior.
Atualmente, vive com o apoio de uma família cristã, e está interessada em encontrar sua mãe assim como seu pai e irmã, que agora sabem que ela é cristã e não querem nada com ela.
Embora a maioria da população da Tanzânia continental seja cristã, o percentual de muçulmanos parece estar crescendo; especialmente jovens muçulmanos parecem estar vulneráveis à radicalização. A Tanzânia ocupa a 49º na Classificação da Perseguição Religiosa .
Rhoda se mantém destemida. “Por tudo isso, Deus me mostrou que se os cristãos negam a Cristo em frente às pessoas, ele irá negar-nos também. Se nós o reconhecemos, ele irá nos reconhecer perante o Pai no céu. Não tenha medo de testificar perante as pessoas, mesmo se forem hostis, Deus luta por si só.”
*Nome alterado para a segurança da cristã.

A PAZ DE CRISTO QUERIDOS LEITORES

ESTAVA UM POUCO AUSENTE MAIS AGORA ESTOU VOLTANDO PARA POSTAR NOVOS ESTUDOS E NOVAS INFORMAÇÕES SOBRE A IGREJA PERSEGUIDA , QUE DEUS ABENÇOE VCS COM FORÇA E FÉ NÃO VÓS DEIXANDO VACILAR NEM FRAQUEJAR DIANTE DAS PERSEGUIÇÕES E DIVERSIDADES DESSE MUNDO , SIGAM FIRMES CRENDO QUE O VOSSO GALARDÃO ESTA EM CRISTO E A VOSSA MAIOR VITORIA E A SALVAÇÃO QUE PROVEM DELE PARA OS QUE PREMANECEREM FIES DEUS VÓS ABENÇOE, HOJE E SEMPRE . SHALOM.

Perseguição aos cristãos aumenta no Irã 23 abr 2014IRÃ Oficialmente, o Ano Novo iraniano (Noruz) aconteceu há quase um mês, no dia 21 de março. As celebrações, porém, soam falsas para muitos, incluindo 49 cristãos presos. Nono país na Classificação da Perseguição Religiosa, no Irã, os ataques contra as comunidades cristãs têm aumentado e a proibição às atividades das igrejas domésticas é aplicada com maior rigor

Perseguição aos cristãos aumenta no Irã

Oficialmente, o Ano Novo iraniano (Noruz) aconteceu há quase um mês, no dia 21 de março. As celebrações, porém, soam falsas para muitos, incluindo 49 cristãos presos. Nono país na Classificação da Perseguição Religiosa, no Irã, os ataques contra as comunidades cristãs têm aumentado e a proibição às atividades das igrejas domésticas é aplicada com maior rigor
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Com o ano novo iraniano, algumas coisas ‘novas’ têm acontecido à República Islâmica. O famoso presidente austríaco Heinz Fischer aceitou o convite para visitar o Irã. Nenhuma data foi marcada, mas essa será a primeira visita de um chefe de estado do Ocidente em muitos anos, já que ninguém visitou o Irã durante o governo dos antecessores do presidente Rouhani, Mohammad Khatami e Mahmoud Ahmadinejad.
A despeito das aparências amigáveis para com o Ocidente, a recente eleição de Rouhani não contribuiu para diminuir as injustiças que muitos cidadões iranianos, especialmente os não muçulmanos, continuam a sofrer.
Outro evento ‘novo’diz respeito à cidadã anglo-iraniana Roya Nobakht, que foi presa em outubro de 2013 por dizer no Facebook que o Irã é ‘muito islâmico’. Roya esteve nas manchetes por ter sido acusada oficialmente de ‘insultar a santidade do islã’, um crime punível com a morte.
Especialistas que seguem o que tem ocorrido no Irã continuam escandalizados com a lista de abusos de direitos humanos do país, especialmente com os cristãos e outras minorias.
De fato, o relator especial da ONU sobre a situação de Direitos Humanos no Irã, Ahmeed Shaheed, informou a situação ao Conselho de Direitos Humanos da ONU em março.
Enquanto a maioria dos casos envolvendo cristãos é julgada em tribunais revolucionários para os crimes de ‘segurança nacional’, o relato destaca que alguns cristãos enfrentam acusações em tribunais penais públicos por manifestações de crenças religiosas. Por exemplo, um tribunal condenou quatro cristãos a 80 chibatadas por beberem vinho durante a ceia em outubro de 2013.
Da mesma forma, em janeiro de 2014, pelo menos 49 cristãos estavam presos. Somente em 2013, as autoridades prenderam pelo menos 42 cristãos, dos quais 35 foram acusados de participação informal em igrejas domésticas, associação com igrejas fora do Irã, atividade evangélica real ou percebida, e outras atividades cristãs comuns. As penas variam de um a 10 anos de prisão.
Desde outubro de 2010, o discurso do Aiatolá Ali Khamenei, no qual disse que há uma luta entre "os inimigos do islã que estabelecem e incentivam a expansão do cristianismo no Irã", o governo iraniano tem aumentado de forma consistente as restrições contra as pessoas que se convertem do islã ao cristianismo. Considerando o que aconteceu no período relatado, a pressão recente sobre os cristãos parece confirmar isso.
A Igreja Presbiteriana de São Pedro, em Teerã, foi adicionada, em dezembro de 2013, à crescente lista de igrejas onde os cristãos de língua farsi são proibidos de participar dos cultos ou de entrar nas instalações. Anteriormente, o Ministério da Inteligência pediu aos membros da Igreja de São Pedro para submeter suas carteiras de identidade e informações pessoais ao ministério. Isto foi feito provavelmente para intimidar os membros da igreja e evitar que frequentassem os cultos. Em agosto de 2013, o mesmo ocorreu à Igreja Católica de Abraão, em Teerã, que anunciou que os cristãos de língua farsi seriam proibidos de frequentar os cultos em cumprimento a exigências do governo. Em junho de 2013, a igreja havia recebido ordens de submeter cópias das carteiras de identidade dos membros.
Vários pastores de igrejas estabelecidas (armênios, assírios) que estavam sujeitos a restrições antes de outubro de 2013 foram ainda mais pressionados pelo governo através de intimidações e interrogatórios para encorajá-los a cessarem suas atividades e deixarem o país.
As pressões para manter os cristãos de origem muçulmana fora das igrejas tradicionais têm resultado em um movimento de igrejas domésticas próspero, mas vulnerável.
Os líderes de igrejas domésticas e seus membros são ameaçados por ataques às suas reuniões, especialmente no Natal. Líderes ou membros ativos foram presos, incuindo pelo menos 16 cristãos ex-muçulmanos, durante o período coberto pelo relatório da ONU. Material, livros e DVDs cristãos foram confiscados.

Cristãos foram agredidos fisicamente. Alguns foram levados para localidades desconhecidas e tem sido difícil determinar seu paradeiro. Os familiares de membros que tentam descobrir a localização de cristãos presos foram ameaçados a permanecerem calados. Quando perguntadas sobre as condições de cristãos que supostamente estariam na prisão Evin, as autoridades se recusaram a dar respostas em alguns casos e despediram os familiares com preocupações. Enquanto um pastor estava detido na prisão, sua casa foi invadida em dezembro de 2013. Sua esposa e seus filhos foram ameaçados pelas forças de segurança e um laptop e material cristão foram levados.
Alguns estão presos há muito tempo e não recebem o tratamento médico necessário. No caso de Saeed Abedini, o pastor americano-iraniano preso, foi informado que ele tinha sido levado para um hospital enquanto Catherine Ashton, alta representante da União Europeia, estava em visita oficial ao Irã, mas não recebeu tratamento adequado.
Aparentemente, até mesmo a tradição de longa data de permitir uma licença de duas semanas em casa aos prisioneiros de longo prazo (o que se assemelha a passar o Natal em casa) foi arbitrariamente aplicada.

Ore pelo Irã!

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